Os primeiros anos de domínio dos mamelucos egípcios viram projetos de novos prédios em Jerusalém, mas em geral a Palestina não tinha importância para os governantes mamelucos.
A economia não experimentava grandes mudanças havia muitos séculos, e as exportações mais importantes eram as frutas, o azeite de oliva e o sabão.
Muitas das cidades costeiras, entre as quais Acre e Jafa, foram destruídos para evitar que os cruzados pudessem voltar a pôr os pés na Terra Santa. Grande parte de Jerusalém estava em ruinas, e crê-se que tinha então menos de 4.000 habitantes. Os centros populacionais se haviam mudado para Ramala, Nablus e Gaza. O caráter islâmico da Palestina se estabeleceu nesta época, quando foram fundadas pelo menos 50 madrasas (escolas religiosas). Tolerava-se que a população cristã e a judia fizessem suas praticas religiosas com máxima discrição. As leis impediam, por exemplo, a ampliação das igrejas cristãs e das sinagogas judias que ainda continuavam em pé, embora os cristãos georgianos e etíopes gozassem de concessões especiais.
Outros grupos cristãos tinham de fazer pagamentos abusivos para conseguir mais direitos sobre os lugares santos.
A lembrança mais evidente que ainda resta do período mameluco é a esplendida arquitetura islâmica de Jerusalém, embora também existam construções desta época em Ramalá.

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