O pintor escocês David Roberts nos deixou as obras mais duradoras de Jerusalém e da Terra Santa do século XIX. Seu estilo capta a qualidade da luz e cor da pedra que em Jerusalém são únicas.

Roberts nasceu perto de Edimburgo em 1796, filho de um sapateiro. Recebeu suas primeiras lições de um pintor e decorador de casas, e depois foi pintor de cenários para o teatro. Com esses antecedentes tão puro ortodoxos, Roberts se tornou famoso por suas pinturas arquitetônicas e por paisagens da Inglaterra, da Escócia, da França, da Espanha e da Itália, e em 1841 foi eleito membro da Royal Academy.

Edward Robinson, o grande erudito e pesquisador bíblico, elogiou o trabalho de David Roberts, considerando que era o primeiro a mostrar a paisagem da Terra Santa tal como era. Não obstante, Roberts confessou que havia tido dificuldades para reproduzir as formações rochosas das montanhas da Judéia.

Depois de uma viagem ao Egito, Palestina e Síria em 1838 e 1839, Roberts publicou uma coleção de três volumes sobre o seu trabalho em |Londres entre 1842 e 1849. Sua longa experiência no teatro se plasma nas perspectivas espetaculares não só de maravilhas arquitetônicas como Petra, mas também na pompa e no esplendor do interior da igreja do Santo Sepulcro.

Em suas pinturas aparecem também às pessoas da Palestina em posturas de certa forma teatrais.

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