A Igreja Cruzada do Santo Sepulcro foi reconstruída no mesmo lugar da igreja de Constantino do século IV. Em 938, os muçulmanos haviam destruído grande parte da igreja bizantina e levaram a entrada para construir uma mesquita. Em 1009, a igreja foi praticamente destruída por ordem do califa fatímida al-Hakim.

Embora a Rotunda tivesse sido restaurada em 1048 graças ao imperador bizantino Constantino Monômaco, o restante da igreja continuou em ruinas.

A igreja foi reconstruída em 1099, depois da conquista dos cruzados, e consagrada em 1149. Grande parte de sua estrutura é similar à das igrejas românicas francesas da época. Apesar de grande parte da decoração interior da igreja ter mudado, ela manteve a mesma planta de basílica até hoje.

Após a sua coroação, o príncipe Frederico Guilherme da Prússia visitou a Terra Santa em 1869 e foi presenteado com uma parte do terreno.

A igreja protestante alemã do Redentor foi construída no ângulo nordeste da praça, e consagrada durante a visita do Kaiser Guilherme II e da Imperatriz Augusta Vitória em 1898.

A igreja foi projetada seguindo a estrutura da igreja dos Cruzados de Santa Maria dos Latinos; o campanário oferece uma das melhores vistas de Jerusalém. Um dos lugares mais belos de Jerusalém é a igreja de Santa Ana, que, junto com o mosteiro dos Padres Brancos e um seminário católico grego, fica ao norte do atual monte do Templo.

As escavações demonstraram que este era o lugar da piscina de Betesda, onde segundo João (V, 1-13) Jesus curou um enfermo. Em meados do século V foi construída ali uma igreja dedicada a , a mãe de Jesus.

No tempo dos cruzados a igreja foi associada ao lugar de nascimento de Maria, e o nome mudou para Santa Ana, a mão de Maria.

Após a conquista muçulmana em 1187, a igreja passou a ser uma escola religiosa (Madrassa) e mais tarde voltou a cair em desuso, até que em 1856 o sultão otomano a cedeu a Napoleão III.

O lugar da fortaleza Antônia, construída por Herodes, o Grande, é agora ocupado pela escola masculina Umariyya. Está integrado à área do Pretório, onde Pôncio Pilatos condenou Jesus, e alguns a consideram a primeira estação da Via Dolorosa, o caminho pelo qual levaram Jesus Cristo antes de ser crucificado. Agora, a Primeira Estação dos franciscanos na Via Dolorosa fica na capela da Condenação, e a Segunda Estação, onde Jesus levantou a cruz, fica na entrada do pátio do mosteiro da Flagelação.

Perto dali fica o convento das Irmãs de Sião, onde se encontram as ruinas da piscina de Estrution. A arcada do Ecce Homo também se funde com uma parte do muro externo do convento.

Ecce Homo, que significa “Eis o homem”, é o lugar onde segundo a tradição Pilatos mostrou Jesus aos Judeus. Um estudo recente sugere que a arcada foi construída no reinado de Herodes Agripa (41-44 d.C.), possivelmente antes, e servia de porta monumental oriental da cidade.

A terceira Estação da cruz, fora da Capela Católica Polonesa, indica o lugar onde Jesus caiu. Ao sul fica a entrada do Patriarcado Católico Armênio e a igreja de Nossa Senhora da Dor, assinalando o lugar onde Jesus se encontrou com Maria. A quinta estação mostra o lugar onde Simão de Cirene carregou nos ombros a cruz de Jesus. Santa face e Santa Verônica, a Sexta Estação, fica no lugar onde Verônica estendeu a Jesus seu lenço e retomou com uma impressão de seu rosto. Mas adiante, a Sétima Estação mostra o lugar onde foi colocada em um poste a sentença de morte.

A oitava Estação fica no mosteiro de São Caralambos, onde Jesus às mulheres que o acompanhavam que não chorassem. Na Nona Estação Cristo cai pela terceira vez. As demais estações da cruz ficam dentro da igreja do Santo Sepulcro.

A piscina de Ezequias esta oculta atrás de edifícios ao norte da Rua de Davi.

Chama-se também a Piscina do banho do Patriarca, e só vale a pena vê-la cheia d’água depois das chuvas de inverno.

Entre as portas de Jafa e de Sião fica o bairro armênio. Os armênios estiveram entre os primeiros conversos ao cristianismo e se mostraram muito ativos na Jerusalém bizantina. No século XII os armênios compraram a igreja de São Jaime, que ainda continua a ser o centro de sua comunidade e da diáspora armênia.

O complexo construído ao redor do que agora é a catedral de São Jaime tem acesso direto por uma porta e uma muralha. Hoje, além da catedral, abrange também outras duas igrejas, a residência do patriarca armênio, um seminário e biblioteca, as residências de monges, freiras e peregrinos armênios, um museu, uma escola e residências particulares.

Perto do bairro armênio e diante da Cidadela fica a igreja de Cristo, consagrada em 1849 e ainda o centro do protestantismo evangélico. A Igreja síria de São Marcos também merece uma visita.

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