A Palestina caiu sob o controle Otomano pouco depois da derrota dos mamelucos no norte da Síria em 1516.

A primeira metade do século de domínio turco é chamada de época de ouro, e nesse tempo o território da Palestina foi dividido em quatro distritos administrativos chamados sanjaks: Jerusalém, Gaza, Nablus e Safed. Quase toda a Palestina fazia parte de Damasco, uma província mais extensa. Safed se transformou no centro principal para os judeus, e em meados do século XVI se calculava que viviam na cidade e nos povoados limítrofes cerca de 10.000 judeus.

O maior problema para os habitantes da Palestina era a diminuição da segurança à medida que o governo otomano pouco a pouco perdia o controle das áreas rurais, juntamente com impostos muito elevados e um sistema de cobrança implacável.

As minorias cristã e judia eram especialmente vulneráveis. Para os cristãos, suas disputas com respeitos aos lugares santos em Jerusalém e Belém se transformaram em parte do tema das relações internacionais, e diversos países europeus tentaram ganhar concessões em tratados com o governo otomano.

Em meados do século XVIII, Zahir al-Omar já havia conseguido o controle de grande parte do país, antes de ser assassinado pelo seu próprio exercito em 1775. O norte do país passou a ser domínio de Ahmad Paxá al-Jazzar em 1775. Jazzar era apelidado “o carniceiro”, porque tinha o costume de cortar o nariz ou as orelhas de quem o contrariasse.

Jazzar deteve também a marcha para o norte de Napoleão em 1799, quando, com a ajuda da frota britânica, evitou o cerco de Acre, obrigando Napoleão e seu exercito a se retirar para o Egito.

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