9 ago 2011
Os Impérios vizinhos de Israel

Durante toda a época bíblica, a história do povo de Israel nunca deixou de ser influenciada pela presença de poderosos vizinhos, tanto a sul como a nordeste. Na sua fronteira meridional, ora aliado, ora hostil, o império Egípcio constituía um fator permanente de preocupações. Em nenhum lado o caráter imprevisível das relações com o Egito é mais bem ilustrado do que nos episódios contratados da instalação de José e do êxodo: em primeiro lugar, José, depois de ter sido vendido pelos irmãos, acaba por tomar-se uma das personagens mais importantes do país, onde a sua família é acolhida de braços  [ Read More ]

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5 ago 2011
Composição e transmisão da Bíblia

A Bíblia, diz-se, é o menos lido de todos os Best-sellers. É o livro cujas traduções estão mais espalhadas pelo mundo, no maior número de línguas. A sua tiragem, sob o impulso das sociedades bíblicas, atingem uma média anual de 11 milhões de exemplares da versão integral, 12 milhões de novos testamentos, 400 milhões de brochuras contendo extratos do texto original. É verdade que estes números só podem ser obtidos graças aos modernos processos de impressão e de distribuição. No entanto, mesmo antes de a imprensa ter feito o seu aparecimento no ocidente no século XV, a difusão da Bíblia  [ Read More ]

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3 ago 2011
colinas de Jerusalem

Geografia física Já tivemos ocasião de precisar que a região de Jerusalém forma uma espécie de baixa (depressão) entre a montanha de Hebron, a sul, e a de Betel, a norte: os seus cumes dominam-na de fato, a mais de 200 metros. Na sua parte setentrional, esta depressão ganha à forma de um planalto onde os israelitas instalaram um aeroporto. A maioria dos rios da região corre para oeste, em direção à planície costeira, na qual deságuam depois de terem escavado amplos vales através da Sefela. O mais notável desses vales é o de Aialon. Este sistema hidrográfico teve como  [ Read More ]

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2 ago 2011
Lida

Geografia física Em hebraico, a palavra Shephéla significa “terras baixas”. Encontra-se com freqüência no Antigo Testamento. Em Josué 15, 20-63, este termo designa uma região que não é nem o “extremo sul” (negeb em hebraico, versículo 21), nem a “montanha” (harem hebraico, versículo 48). O texto apresenta uma lista de cidades da “Terra Baixa”, às quais juntas cidades habitualmente localizadas na “planície costeira” (versículos 45-47). É difícil definir com precisão os confrontos da Sefela. A Norte é limitada pelo vale de Aialon, uma fenda geológica que vai dar à planície de Lod. Na orla oriental, é rodeada por uma serie  [ Read More ]

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27 jul 2011
O Negueb e o Sinai

O Simbolismo do deserto A exceção do episódio da saída do Egito, o período da vagueação no deserto é, incontestavelmente, aquele que de toda a história de Israel, mais marcou a imaginação dos autores da Bíblia. Não apenas este período é descrito no Êxodo, nos Números e no inicio do Deuteronômio, mas é objeto de múltiplas alusões em todo o Antigo Testamento. Para o salmista (Salmos 95, 8-9), a caminhada no deserto constituía uma advertência: Não torneis duros vossos corações como em Meriba, Como no dia de massa, no deserto, Quando os vossos pais Me provocaram, Me provocaram e puderam  [ Read More ]

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20 jul 2011
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Geografia física Os gráficos dividem a montanha da Judéia em três zonas distintas: as colunas de Hebron, que se estendem por 40 quilômetros, do Naal Bersabéia ao sul de Belém: a depressão de Jerusalém, que prolonga o relevo até uma dúzia de quilômetros a sul de Ramalá, e a montanha de Betel, que se desdobra até o uádi Sereda. O capitulo presente é essencialmente consagrado à descrição e à historia das colinas de Hebron e de Belém. Jerusalém e as colinas do norte constituirão o objeto de um estudo particular. As colinas de Hebron são rodeadas, a oeste, pelo vale  [ Read More ]

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18 jul 2011
Uma viagem Histórica pela Terra Santa

Bar Am, uma Sinagoga Galiléia. Em Bar Am, na Alta Galiléia, podem-se ver as majestosas ruínas de uma sinagoga que teria sido construída pelo rabi Simeão Bar Yoqai, o famoso rabino agora sepultado em Meron. A fachada esta bastante bem conservada, e até é possível ver restos de um segundo andar. O edifício se orientava para Jerusalém, e tinha um pórtico com oito colunas, seis em frente e uma de cada lado. As três entradas eram profusamente decoradas, e a arquitrave da entrada principal era rematada por uma arcada com friso. Originalmente era decorado com duas estátuas de Nikê –  [ Read More ]

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11 jul 2011

O rei Ciro da Pérsia entrou na Babilônia em 539 a.C. e, como parte de sua politica da tolerância com os povos conquistados promulgou o que é conhecido entre os historiadores como o Edito de Ciro em 538 a.C. isto permitiu que os judeus voltassem a Jerusalém e reconstruíssem o Templo. Sesbasar e Zorobabel lideraram o retorno, e calculou-se que voltaram da Babilônia cerca de 50.000 judeus, especialmente os pobres. Estes judeus nem sempre mantinham boas relações com os que não tinham sido deportados. Havia atritos também com os samaritanos, já que os judeus que tinham voltado não eram considerados  [ Read More ]

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6 jul 2011

A reconstrução da cidade de Jerusalém depois do exilio na babilônia foi um processo longo e lento. A cidade só começou a ter proporções colossais sob o reinado de Herodes. Como mostra o desenho, Herodes mandou construir para si um palácio fortificado com três magnificas torres, a Phasael, a Hippicus e a Marianmne. Na esquina noroeste do monte do Templo Herodes reconstruiu uma fortaleza e a chamou Antônia em homenagem a um de seus chefes, Marco Antônio. Aumentou-se o monte do Templo, e na parte sul foi reconstruído o Stoa real. E, o mais importante, Herodes reconstruiu o Templo quase  [ Read More ]

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